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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Gêmea da Mona Lisa descoberta da Espanha - La Gioconda de Leonardo da Vinci em nova versão


Quadro da Mona Lisa descoberto  no museu do Prado em Madrid pode mudar a história da arte.

O que a princípio parecia ser apenas mais uma cópia caprichada do famoso quadro de Leonardo da Vinci 'A Mona Lisa', contendo entre outras modificações um fundo escuro e um par de sobrancelhas extras pode significar uma reviravolta na história desta que é considerado um dos quadros mais importantes de todos os tempos.
Os curadores do museu de arte nacional da Espanha anunciaram ontem uma impressionante descoberta: o quadro da Mona Lisa encontrado foi de fato pintado por um artista trabalhando no atelier de Leonardo da Vinci. E o que ainda é mais surpreendente: O quadro foi pintado ao mesmo tempo que Leonardo Da Vinci pintava a Monalisa original.
A descoberta vai permitir que se obtenha mais detalhes sobre como Leonardo da Vinci criou a Mona Lisa.
"É como se estivéssemos no próprio atelier, e no cavalete ao lado você pudesse ver que o artista estava trabalhando passo a passo com Leonardo da Vinci. Quando Leonardo fazia uma alteração, ele também mudava algo em seu quadro"  afirmou Gabriele Finaldi,  uma das restauradoras que trabalha na pintura.

O quadro encontrado no museu de Madrid seria a primeira cópia conhecida da famosa pintura de Leonardo da Vinci. A imagem surpreendente de uma paisagem foi descoberta enquanto estava recebendo os retoques finais de  uma restauração que já dura 2 anos. A obra de arte seria emprestada para ser exibida em março no museu do Louvre em Paris. Por causa disso os restauradores resolveram dar uma revitalizá-la. Antes disso eles precisavam analisá-la  com infravermelho e raio-X. Ao fazer isso eles descobriram a paisagem que estava oculta por trás de um fundo escuro.
 
Os curadores acreditam que o autor dessa cópia do retrato da Mona Lisa seja um dos alunos favoritos de Leonardo da Vinci, chamado Francesco Melzi.

Tendo sido protegida por séculos,  essa obra está no museu do Prado desde 1666.Inicialmente como a parte do acervo da coleção real  sendo depois convertida ao tesouro nacional. Durante todo esse período ela ficou armazenada sob as mesmas condições de temperatura e ambiente,o que fez com que essa cópia da Gioconda esteja em melhor estado de conservação do que a original.

No começo acreditava-se que essa ela teria sido pintada  por um pintor flamenco, logo após a morte de Leonardo. Mais tarde cogitou-se que ela seria obra de um italiano.

"Quando você olha para a cópia, você pode imaginar que é assim que a Mona Lisa se parecia, no século 16.Não são apenas os detalhes e o uso das cores. Ela foi protegido da luz e de terra por séculos. Então o que você vê  tem um aspecto muito confiável." Declarou Finaldi.
De fato, a cópia faz com a Mona Lisa, (provável o retrato da esposa de um mercador florentino chamada Lisa Gherardini),  se pareça ainda mais jovem e sedutora.

O chefe das restaurações de pinturas renascentistas, Miguel Falomir, afirmou que "Quando o raio-X revelou a paisagem, vimos que estava em condições absolutamente extraordinária. Foi a coisa mais surpreendente que apareceu  na nossa oficina de restauração nos 14 anos em que aqui trabalho "

Não é a primeira vez que obras importantes são descobertas através do uso da tecnologia. Em 2011, uma obra foi descoberta após uma análise com raio-x sobre um quadro tido até então como obra de um desconhecido. Uma outra imagem por baixo da pintura aparente revelou um auto-retrato do famoso pintor holandês Rembrandt. Também em 2011, uma provável figura do irmão de Napoleão foi encontrada por trás dum quadro de Francisco de Goya. Anteriormente, em 2008,  uma cabeça de mulher tinha sido revelada por trás do quadro  'Pedaço da Relva'  que Van Gogh pintou em 1887. 


Por muitos anos, essa cópia da Mona Lisa já era admirada pelos visitantes do museu do Prado em Madri, mesmo possuindo o  estranho fundo preto. Mas agora, a paisagem revelada por trás da tinta escura parece fazer com que a beleza de La Gioconda seja ainda mais realçada.
"Essa pintura sensacional vai transformar nossa compreensão do quadro mais famoso do mundo" publicou o periódico Art Newspaper, primeira publicação a mencionar o incrível achado histórico.

Fonte:


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Cientistas Recuperam Áudio de 125 Anos- A Voz de Graham Bell??


Material recuperado pode ter a voz de Graham Bell.
 Uma equipe de cientistas do Lawrence Berkeley National Laboratory  conseguiu recuperar, usando recursos de tecnologia de digitalização óptica 3D, o som de vozes em antigas gravações realizadas no laboratório de Graham Bell.

O material havia sido gravado há 125 anos por pesquisadores que trabalhavam no chamado ‘Volta Laboratory’, laboratório criado por Alexander Graham Bell  em Washington, Estados Unidos, com objetivo de servir às pessoas com dificuldades auditivas.  


O objetivo dessas gravações realizadas pela equipe de Graham Bell era tentar melhorar a qualidade do fonógrafo, aparelho inventado por Thomas Edison em 1877 que permitia gravar e reproduzir áudio.

fonógrafo inventado por Edison era constituído por um cilindro com sulcos coberto por uma folha de estanho. Uma ponteira aguda era pressionada contra o cilindro que, conectado a um cone, conseguia captar e registrar sons a medida que ia girando. Quando a gravação estava pronta, era possível ouvi-la girando o cone novamente devido a ação de uma agulha que percorria os sulcos e reproduzia as vibrações no cone.

As gravações realizadas no laboratório de Graham Bell haviam sido feitas em vários suportes (mídias) a medida que sua equipe tentava melhorar a qualidade de som do fonógrafo,  na época recentemente inventado por Thomas Edison.

Graham Bell,  famoso por ser considerado durante muito tempo inventor do telefone (em 2002 o governo americano reconheceu que o legítimo inventor do telefone foi o italiano Antonio Meucci )  enviava periodicamente o resultado de suas experiências para o Instituto Simthsonian, como precaução contra a possibilidade de roubarem suas idéias. 

 O problema é que essas gravações que ficaram sob a custódia do Instituto Smithsonian não podiam ser reproduzidas pois os dispositivos que tornariam isso possível não haviam sido enviados por Graham Bell.
Isso fez com que essas gravações permanecessem inéditas por 125 anos.

No entanto, agora, graças a novas técnicas de escaneamento óptico essas vozes podem ser novamente ouvidas.

Os especialistas em restauração de áudio, Carl Haber e Earl Cornell, em conjunto com especialistas de conversão digital,  usando uma combinação de hardware / software chamado sistema IRENE/3D,  conseguiram, primeiro obter imagens de alta resolução dos cilindros ou discos giratórios.
Em seguida,  eles removeram erros causados por danos que os discos ou cilindros sofreram ao longo do tempo.

Para extrair então o áudio original, eles simularam a ação da agulha se movendo sobre os sulcos através de um programa de computador  que lia as imagens digitalizadas em 3D.
Com esse sistema, as gravações iniciais puderam ser obtidas novamente sem que se precisasse sequer tocar no material original, o que poderia danificá-lo durante esse processo.

Com essa técnica inovadora, a equipe do Lawrence Berkeley National Laboratory  foi capaz de ouvir vozes humanas recitando Shakespeare, ou ainda lendo um livro ou um jornal há mais de um século.

Uma outra característica do sistema IRENE/3D,  desenvolvido em Berkley  há quase 10 anos,  é a capacidade de digitalizar discos feitos de vários materiais. O material disponibilizado pelo Instituto Smithsonian, por exemplo, possui discos feitos de cera e alguns de vidro, o que teria exigido um equipamento específico para ouvir o que  cada uma dessas mídias tem gravado.

A equipe já conseguiu reproduzir  até então as gravações de seis discos, mas ainda há cerca de 400 outros no acervo da Smithsonian, além de vários cilindros tanto originários do laboratório de Graham Bell como de outros.

Em relação ao material gravado já recuperado, não se pode afirmar com certeza se alguma das vozes seja de Graham Bell. Mas essa é uma hipótese bastante provável uma vez que a maioria dos historiadores concordam que a equipe de Graham Bell era composta por ele, seu primo Chichester Bell e Charles Sumner Tainter.



Um exemplo do áudio restaurado pode ser obtido no link abaixo:


Imagens:
Disco e foto de Graham Bell – Crédito: Library and Archives Canada
Laboratório Volta – Crédito: DC SHPO


Fontes:

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Hitler Não teria Se Matado Em Berlim

Um novo livro tem reacendido a polêmica que ronda a morte do líder nazista Adolf Hitler.

Contrariando a história oficial, de que Hitler teria cometido suicídio em 1945 em Berlin, a teoria levantada pelos britânicos Gerrard Williams e Simon Dunstan é a de que o nazista teria morrido bem mais velho na América do Sul.


Os escritores do livro entitulado ‘Grey Wolf: The Escape Of Adolf Hitler’’ (Lobo Cinzento: A fuga de Adolf Hitler) alegam terem analisado documentos recentemente classificados além de muitas provas forenses antes de concluir que Hitler teria fugido para a Argentina ao final da Segunda Guerra Mundial.

"Nós não queríamos reescrever a história, mas as evidências que temos encontrado sobre a fuga de Adolf Hitler é muito forte para ser ignorada. Não há provas forenses sobre a morte dele ou de sua mulher, Eva Braun, e os relatos de testemunhas ocularessobre sua sobrevivência na Argentina são convincentes", afirmou Williams em entrevista à Sky News.

No livro eles dão alguns detalhes do que teria acontecido:O Fuhrer e Eva Braun foram secretamente levados para fora da Alemanha em abril de 1945 e teriam sido levados para a Argentina, na época sob um governo controlado pelo fascismo.


Hitler teria vivido então por mais 17 anos no país, tendo criado suas duas filhas, até morrer em 1962.

O livro acusa também acusa a inteligência dos Estados Unidos de cumplicidade nesse esquema de proteção de Hitler, em troca de acesso a tecnologia de guerra nazista.


"Stalin, Eisenhower e Hoover do FBI, todos sabiam que não havia provas de que ele tivesse realmente morrido no bunker", afirmou Williams na entrevista.

Ele ainda acrescentou que as novas descobertas do livro provam que o fragmento do crânio de 'Hitler' mantido pelos russos na verdade pertence a uma mulher jovem.

Crédito da Imagem: NARA

Fonte:

http://www.hindustantimes.com/Hitler-didn-t-kill-himself-in-Berlin-claims-book/Article1-758514.aspx


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