sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

YouTube remove 2 bilhões de visualizações falsas de vídeos

O Youtube,  maior portal de vídeos do planeta, removeu nos últimos dias mais de 2 bilhões de visualizações de vídeos, em sua maioria relacionados à música.
Segundo o site Daily Dot, o motivo do Youtube tê-las removido foi porque empresas como Universal, Sony e RCA,  estavam burlando as estatísticas e criando falsas visualizações de seus vídeos. O  YouTube tomou a iniciativa dessa punição quando percebeu que as produtoras envolvidas contrataram os serviços de sites como o Fiverr que gera visualizações que na verdade nunca existiram, forçando de forma fictícia a popularidade desses vídeos .
 
A maior perda de visitas teria sido a da Universal cujas visualizações foram reduzidas em mais  de um bilhão.
A segunda maior punição foi para a Sony/BMG que perdeu em um dia 850 milhões de visualizações ficando com apenas 2,3 milhões. A RCA perdeu 159 milhões de visualizações ficando agora com cerca de 120 milhões.
 
 
O Google teria confirmado,  segundo o Dot Daily, que essas empresas ligadas a indústria musical teriam violado os termos de serviço do YouTube,  que estabelece que seus usuários não podem aumentar artificialmente o número de visitas aos vídeos. Segundo o Google, eles estão constantemente trabalhando para que a política de contagem de acessos (viewCount ) seja a mais fiel possível, representando dessa forma o interesse real dos internautas.
 
É sabido que atualmente existem muitos sites oferecendo serviços que prometem a possibilidade de aumentar a exposição na web. O YouLikeHits, por exemplo,  permite ao usuário aumentar o número de likes no Facebook ou mesmo o número de seguidores no Twitter.
Esse tipo de artifício não é nenhuma novidade pois já faz algum tempo que o agregador de notícias Digg oferece serviços de "votos" pagos para forçar notícias a ocuparem as primeiras posições em seu site.
 (imagem:Info Abril)
 
 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Converter Água em Combustível para aviões em Combate


Cientistas da Marinha americana anunciam que estão muito próximos de conseguir transformar água do mar em combustível para aviões de combate.
A pesquisa vem sendo realizada no Laboratório de Pesquisa Naval dos EUA e consiste em conseguir obter dióxido de carbono e hidrogênio  a partir de água do mar.

Segundo esses cientistas, tal proeza seria fundamental para transformar o dióxido de carbono e hidrogênio em hidrocarbonetos que poderiam ser empregados na obtenção e estocagem do JP-5,  um combustível amplamente usado nos jatos militares.

O  JP-5 é um combustível derivado da querosene, e é constituído por uma mistura de vários hidrocarbonetos, alcanos, cicloalcanos e hidrocarbonetos aromáticos.É considerado o mais importante combustível de aviação para motores a jato utilizados em aeronaves da Marinha americana.

Conforme explicaram os especialistas, a produção a partir da água do mar iria poupar a Marinha da perigosa logística que envolve o transporte de combustível para abastecimento de seus aviões.

Segundo um dos cientistas, Heather Willauer, o principal benefício seria a capacidade de produzir estoques do combustível JP-5 no mar o que reduziria a necessidade de fornecimento a partir de bases distantes aumentando a segurança das operações da Marinha com pouco impacto ambiental.
Mas a pesquisa já gera controvérsia. Republicanos no Congresso americano se opõem contra altos  investimentos como este da Marinha em sua  tentativa de desenvolver combustíveis alternativos. A crítica se refere ao fato de que a Marinha não pode se dar ao luxo de tentar criar combustível a partir de água do mar num momento de cortes no orçamento da defesa americana.

Via: Alt1040

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Desenvolvida Espuma injetavel para parar hemorragia


 
Um projeto patrocinado pela Agência americana de Pesquisa Avançada de Defesa (DARPA) chamado Wound Stasis System, resultou no desenvolvimento de uma espécie de espuma sintética injetável que é capaz de estancar alguns tipos de hemorragias internas.
 
O invento é considerado de grande importância militar tendo em vista que poderá  ser utilizado para estabilizar a condição de saúde de soldados feridos de forma que possam ser transportados em segurança até o local onde receberá atendimento médico.
 
Em situações de guerra, a rápida estabilização dos feridos pode representar a diferença entre a vida e a morte, já que a própria evacuação da área de conflito pode agravar seu quadro de saúde.
 
Um dos principais problemas são quando as lesões são internas, tornando-se extremamente difícil de conter a hemorragia.
A espuma, na verdade um polímero de poliuretano,  é injetada no paciente na forma de dois líquidos distintos. Ao se encontrarem e se misturarem dentro da cavidade abdominal,  formam um material cuja expansão chega a 30 vezes o volume original. Ao solidificar-se, hemorragia é parada mantendo  em ordem os órgãos até que se tenha condições técnicas de providenciar atendimento médico adequado.
 
Outra característica importante é que essa espuma pode ser posteriormente retirada do corpo por um médico cirurgião em cerca de um minuto, como se fosse uma massa compacta ficando para trás apenas alguns poucos fragmentos. 
Nos testes realizados pela DARPA, o invento conseguiu parar sangramentos graves em lesões internas em no máximo três horas. Isso implicou na diminuição de até seis vezes a perda de sangue durante este período de tempo. A taxa de sobrevivência dos pacientes que receberam a espuma aumentou de 8% para 72% , evidenciando sua promissora eficiência no tratamento de feridos em combate.
 
 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Fertilizacão In Vitro Aumenta Risco de Má-Formacão em Crianças

Especialistas da da Universidade da Califórnia (UCLA) em Los Angeles (EUA), mostram que crianças que são concebidas através da chamada fertilização in vitro tem um aumento considerável no risco de desenvolver defeitos congênitos se comparadas com crianças concebidas de forma natural. 

O percentual  de risco para bebês fertilizados in vitro chega a  9%, enquanto as crianças concebidas naturalmente possuem risco 
de 6,6 %.

A diferença também é percebida se forem analisados individualmente alguns problemas congênitos a que estão sujeitas: Má formação dos olhos (3% contra 2% de risco em bebês concebidos de forma natural),  coração (5% contra 3%) e problemas genito-urinários (1,5% contra 1%).

De acordo com Lorraine Kelley-Quon chefe da pesquisa cujo resultados foram  apresentados na conferência anual da Academia Americana de Pediatria: "É importante para os pais que estão considerando a fertilização in vitro ou outras tecnologias de reprodução assistida que entendam esse potencial risco médico antes de tomarem a decisão de optar por esse tipo de fertilização".

Nos Estados Unidos, o estado da Califórnia é o que possui a maior taxa de utilização de técnicas de fertilização in vitro. O estudo se baseou em dados obtidos sobre crianças nascidas entre 2006 e 2007 a partir da fertilização in vitro ou cujas mães foram submetidas a tratamentos para aumentar a fertilidade.  Os pesquisadores envolvidos nesse estudo consideraram fatores como idade da mãe, raça, número de filhos, sexo do bebê bem como a presença de defeitos congênitos.

O estudo foi conduzido no Hospital Infantil Mattle da Universidade da Califórnia envolvendo dados de 4795 crianças nascidas com fertilização in vitro e, 46.025 concebidas de forma natural, todas com as mesmas características demográficas maternas.

Os cientistas identificaram  3.463 casos de defeitos congênitos importantes. As crianças concebidas pela fertilização in vitro tiveram risco 1,25 vezes maior do que as que foram concebidas naturalmente. Já para os casos de tratamentos de infertilidade, como a inseminação artificial ou a indução da ovulação, o risco não foi considerado significativo.

Fonte: El País

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Pais mais velhos geram filhos com mais problemas de saúde?

Pais mais velhos transmitem aos filhos mais mutações genéticas relacionadas por exemplo ao autismo.

Estudo relaciona idade do pai com o risco de autismo nos filhos.

Uma metamorfose ambulante é de fato uma boa definição da condição humana. Nosso organismo está constantemente se renovando e a cada vez que novas células são geradas há um certo risco da cópia não sair exatamente igual a original.
 Diante de tantas cópias, as informações sobre as características de cada indivíduo presentes em nosso DNA podem terminar levando adiante um erro, uma mutação.

Pesquisadores Islandeses publicaram na revista Nature um estudo no qual foi constatado que o homem quanto mais velho tem mais chances de provocar mutações em seus descendentes. Eles analisaram o efeito causado pelo envelhecimento dos pais antes de gerarem seus filhos e a constatação é a de que a cada ano em que o homem fica mais velho, os filhos que porventura gerarem terão duas mutações mais.

De acordo com esse estudo, processo semelhante ocorre com as mães. Conforme envelhecem elas também podem provocar mutações em seus descendentes mas a taxa de transmissão é menor.
A idade da mãe, já tinha sido relacionada a alterações genéticas, que podem provocar, entre outros  problemas a síndrome de Down (a chamada trissomia do cromossoma 21).  Mas essas alterações parecem estar mais relacionadas com a imperfeição ao copiar cromossomas inteiros e não ao replicar cada gene individualmente ( os cromossomas armazenam conjuntos de genes).

O trabalho realizado pelos pesquisadores (em sua maioria vinculados a DeCode, empresa que se dedica ao estudo dos dados genéticos dos habitantes da Islândia)  teve seu foco principal na decodificação do DNA de 78 trios (pai, mãe e filho) .

Ao estudar  esses casais e seus filhos eles constataram uma clara relação entre a idade do pai e o número de mutações que vão interferir na saúde de seus filhos. A equipe descobriu que um filho de um pai de 20 anos  recebe em média 25 mutações genéticas cuja origem podem ser encontradas no genoma do homem.  Esse número vai aumentando de 2 em 2 a cada ano que o pai envelhece.

 O número de mutações transmitida aos filhos chega a 65 se o homem tiver 40 anos de idade no momento da concepção.  Já as mães parecem contribuir com 15 mutações independentemente da idade em que geraram suas crianças. O motivo parece ser  produção de espermatozóides que é constante e em grande quantidade no homem. Já a produção de óvulos, na mulher,  é muito menor . A redução do número de processos diminui a probabilidade de ocorrerem erros.

Considerando duas evidências já conhecidas, a de que existe uma causa genética para trastornos como  autismo e a esquizofrenia e que há uma relação entre a idade dos pais e a geração de filhos com essas doenças, a conclusão que se chega é que essas novas mutações sejam a explicação para o aumento dos casos de ambas enfermidades.

Caso  essa relação se confirme, a sugestão de alguns especialistas como Alexey Kondrashov, da Universidade de Michigan, chega a parecer drástica: Os homens deveriam congelar seu esperma na juventude para utilizá-los mais tarde quando quiserem ter filhos mais saudáveis.

Fontes:

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.


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