quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Concurso 1773 da Megasena repete 3 numeros do concurso anterior



Agora há pouco saiu o resultado da Megasena concurso 1773, de 24/12/2015.... Os números sorteados foram :




  • 15
  • 30
  • 39
  • 41
  • 45
  • 59



  • Incrivelmente repetiram 3 números do resultado do concurso anterior (1772) de 22/12/2015...

    • 12
    • 19
    • 27
    • 39
    • 41
    • 45
    No caso, as dezenas 39, 41 e 45 que saíram no sorteio 1773, repetiram em relação ao sorteio 1772.

    Não houve acertadores, também pudera como uma 'coincidência dessas'...

    Vou ler a opinião dos matemáticos que certamente vão se debruçar sobre essa ocorrência e postarei aqui...
    Confiram vocês mesmos no site da caixa:
    http://loterias.caixa.gov.br/wps/portal/loterias/landing/megasena/





    Redução da Pressão Arterial traria benefício a todos?


    Um estudo divulgado no site The Lancet considera que muitas vidas poderiam ser salvas se todos os pacientes com alto risco de doença cardíaca tomassem remédios para baixar a pressão.

    Essa conclusão representa uma guinada nas diretrizes atuais que recomendam tomar remédios para hipertensão somente se a pressão arterial se mantiver acima de certo limite.
    Mas os especialistas reconhecem que o estilo de vida têm um papel fundamental para que se mantenha a pressão arterial em níveis mais baixos.

    A pressão arterial alta aumenta o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC).
    As orientações atuais sugerem que os pacientes devem tomar medicação anti-hipertensão quando os seus níveis de pressão arterial chegarem a 140 mmHg.

    Até este limite, mesmo pessoas que já tiveram acidentes vasculares cerebrais, por exemplo, são apenas monitoradas, mas sem utilizarem medicamentos.

    Agora, uma equipe de especialistas estão alertando para que os médicos se concentrem nos riscos de cada indivíduo, em vez de seguirem rígidos limites pré-estabelecidos para a pressão arterial.

    Estudo Abrangente

    Os pesquisadores envolvidos nessa pesquisa,  analisaram os resultados de mais de 100 ensaios em grande escala, envolvendo cerca de 600.000 pessoas entre 1966 e 2015.

    Eles constataram que os pacientes de maior risco (fumantes com níveis altos de colesterol e pessoas diabéticas com mais de 65 anos de idade) - teriam maiores benefícios com o tratamento anti-hipertensivo, diminuindo seus riscos de terem ataques cardíacos e derrames.

    O relatório emitido pelos cientistas, também indica que uma vez sob tratamento, os níveis de pressão arterial poderiam ser reduzidos abaixo das metas atualmente estabelecidas.

    Além disso, esse estudo levanta a questão de que, independente dos níveis da pressão arterial, as pessoas poderiam beneficiar-se reduzindo-a seja por mudanças na alimentação, estilo de vida, ou mesmo com a utilização de medicamentos. No entanto, eles não não vão tão longe a ponto de sugerir todos devem tomar remédios, principalmente porque os efeitos colaterais da medicação devem ser ponderados.

    O professor Liam Smeeth, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, concordou que as descobertas são importantes sobretudo para aqueles pacientes de maior risco, mas alertou: "Uma advertência importante é que nem todos serão capazes de tolerar ter sua pressão arterial reduzida a níveis baixos, e há uma necessidade de equilibrar os possíveis efeitos colaterais da droga e os benefícios esperados."

    O especialista cardíaco Tim Chico, da Universidade de Sheffield, chamou a atenção de que a utilização de remédios não é necessariamente a única maneira de resolver o problema: "Todos podemos reduzir nossa pressão arterial. Podemos fazer isso com segurança, de forma barata e eficaz com uma alimentação saudável, tendo mais atividade física, reduzindo o consumo de álcool, e mantendo um peso saudável."


    terça-feira, 22 de dezembro de 2015

    Ache o Panda - Find the Panda - Encontre o Panda -


    Encontre o Panda na imagem acima. Este é o desafio do ilustrador Dudolf em seu perfil no Facebook...
    Muitas pessoas tiveram muita dificuldade em encontrar o panda escondido na imagem acima. Alguns chegam a mencionar que encontraram dragões, chinelos ou outros objetos, mas nada de panda.

    Você é capaz de encontrá-lo?

    segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

    Aspartame, Stevia e Sacarina qual a diferença entre esses adoçantes?


    Qual a  diferença entre o aspartame, a sacarina e a estévia?
    Qual a melhor opção de adoçante entre o aspartamete, a sacarina e a estévia (ou stevia) ?
    Quais os riscos e os benefícios de cada um desses produtos? 
    Neste artigo vamos tentar responder algumas das principais questões que rondam esses produtos. 


    Stevia

    Com muita frequência ouvimos as pessoas dizerem que alguns adoçantes podem causar câncer ou outros problemas de saúde.
    A Stevia tem sido amplamente utilizada na indústria de adoçantes "naturais" como uma alternativa muito mais saudável do que o aspartame por exemplo.
    No entanto, apesar de suas diferenças químicas, os estudos mostram que as propriedades desses produtos não são muito diferentes. Mas no que eles se diferenciam?


    Stevia, aspartame e sacarina

    O que é a Stevia? Esta substância, na verdade, é uma molécula orgânica chamada glicosídeo de esteviol, ou esteviosideo, uma substância secundária produzida pela planta Stevia rebaudiana. 
    Já o aspartame, é um composto sintético, desenvolvido em laboratório. No entanto, para se extrair a substância, a planta tem que passar por um processo industrial, o que também não é de todo 'natural'.
    Em relação a capacidade de adoçar, a stevia parece mais potente que o aspartame, chegando a ser 300 vezes mais forte que o açúcar convencional (enquanto o aspartame é apenas cerca de 200 vezes).

    Sacarina

    O terceiro adoçante em questão é a sacarina, produto cada vez menos utilizado na indústria de alimentos.
    Embora muitas vezes haja uma certa confusão entre aspartame e sacarina, o aspartame vem substituindo cada vez mais a sacarina. 
    A razão é que o aspartame tem um maior poder como adoçante, além de não deixar um certo 'gosto amargo' na boca característico da sacarina. 
    A sacarina, é uma amida sulfobenzóica, produto obtido a partir do tolueno e outros derivados de petróleo.
    Há estudos que avaliam um possível efeito potencialmente perigoso relacionado a irritação da bexiga que poderia levar ao câncer. 
    Este possível risco e as demais vantagens dos outros adoçantes citados fazem com que a sacarina seja a opção de adoçante cada vez menos utilizada pela indústria alimentícia. 

    Os riscos e benefícios dos adoçantes

    Diante do citado acima, surge a pergunta: Até que ponto os adoçantes representam um risco à nossa saúde? 
    Mesmo considerando tudo o que se lê por aí sobre essas substâncias, o fato é que não há ainda uma comprovação de que o consumo do aspartame e da estévia tragam riscos à saúde humano.  

    O aspartame é uma das substâncias mais estudadas no mundo sendo submetido a testes e estudos constantes principalmente a partir do alerta que levou a suspensão de sua utilização por um certo período há 20 anos atrás. 

    Embora ainda não haja nenhum estudo conclusivo sobre os potenciais riscos da stévia ao organismo humano, existem estudos que relacionam 
    a stevia com alterações no DNA de células de ratos, o que poderia levar a problemas de saúde relacionados a fertilidade ou mesmo mutações celulares (que poderiam dar origem ao câncer).
    Cientistas brasileiros  analisaram o sangue de ratos alimentados com uma solução de esteviosídeo diluída em 
    água e identificaram lesões em alguns órgãos como o fígado e o baço. O mais surpreendente para os pesquisadores foi o possível dano ao cérebro dos animais. 
    A pesquisa foi coordenada pelo professor Adriano Caldeira de Araújo, do Instituto de Biologia, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), 
    com apoio da FAPERJ. Ele teria afirmado que "pesquisadores de diferentes especialidades da área biomédica terão interesse em descobrir por que o esteviosídeo ingerido por via oral, ou o esteviol, um produto de sua metabolização, além de causar inativação de 
    células bacterianas, consegue atravessar a barreira hematoencefálica em ratos e causar lesões no DNA de células cerebrais. 
    Isso foi detectado por um ensaio chamado Cometa, usado para diagnosticar este tipo de lesões".

    DNA

    Em outro estudo, entretanto, explicou o professor, o esteviosídeo em contato com o DNA de plasmídeo, se mostrou inócuo. 
    "Mas quando penetra em uma célula, como a de uma bactéria presente no nosso trato intestinal, ocorre a sua metabolização e a produção de 
    uma outra substância, o esteviol, que é tóxico. Esta substância é, muito provavelmente, a responsável pelas lesões produzidas nas células 
    do cérebro dos ratos estudados pela nutricionista Ana Paula da Motta Nunes.
    É lógico que não podemos esquecer que esses resultados foram obtidos em ratos. Por outro lado, também é muito importante lembrar que 
    a substância esteviol também pode ser formada no organismo de humanos. Isso demonstra a importância de se continuar esses estudos", esclareceu.


    Adoçantes e Diabetes 

    Já faz algum tempo que surgiram suspeitas de que os adoçantes podem causar diabetes. Vários estudos que mostram cada vez mais 
    uma crescente preocupação com a relação entre diabetes tipo 2 e do consumo frequente de adoçantes. 

    Alguns médicos e também nutricionistas sugerem que o consumo contínuo e intenso desses produtos pode causar um desequilíbrio metabólico que 
    acabará por levar a diabetes. 
    O mecanismo segundo a qual essa relação se estabeleceria seriam dois: 

    O primeiro, de origem comportamental, os adoçantes fariam com que nosso corpo se preparasse para chegada de açúcar, o que na verdade na ocorre.
    Isso poderia resultar num desequilíbrio metabólico tornando-nos mais ansiosos por comer açúcar, que poderia ser aumentado na nossa dieta 
    sem que percebamos.

    A segunda razão seria o fato de que a microbiologia de nosso sistema digestivo seria alterada pelos adoçantes, tornando-o cada vez mais 
    intolerantes à glicose. 
    Nos dois casos o resultado seria o mesmo: diabetes tipo II.
    As mudanças nutricionais devem ser portanto cautelosas pois nosso organismo leva cerca de 200 mil anos de evolução para adaptar-se a alimentação e mudanças como a introdução de adoçantes ainda suscitam muitas dúvidas se trazem mais benefícios do que problemas à nossa saúde.

    sexta-feira, 4 de setembro de 2015

    Guitarras feitas com impressoras 3D

    O nome do artista é Olaf Diegel. Ele constrói instrumentos musicais com impressoras 3D já fazem alguns anos e seu mais recente projeto é a impressão de um saxofone.
    A infinidade de objetos que já são produzidos no mundo todo utilizando impressoras 3D remete a ideia de que essa tecnologia realmente chegou para revolucionar a produção industrial. Já são produtos que vão desde armas até produtos utilizados na medicina como próteses ou que utilizem biotecnologia para produção inclusive de tecidos humanos. A medida que a qualidade aumenta e o custo vai ficando cada vez menor, podemos avaliar o grande futuro que terá pela frente as chamadas impressões 3D.
    No que se refere à música, a impressão 3D parece trazer grandes oportunidades e Olaf Diegel está alinhado com isso. Nos últimos anos ele tem se dedicado a desenvolver instrumentos musicais impressos em impressoras 3D, divulgando seu trabalho por todo o mundo. 

    Ele já possui um catálogo de guitarras que impressionam em design e qualidade. Ele explica que em seu projeto recente, um grande saxofone impresso em 3D, o que ele busca não é a substituição dos instrumentos tradicionais, mas evidenciar o quão longe podemos ir na confecção de manufaturados utilizando impressão 3D.
    No caso do saxofone impresso em 3D, levou algum tempo para ser produzido devido a complexidade e o número de teclas e peças envolvidas no projeto. O resultado final é um instrumento de baixo investimento que pode ser utilizado para estudo musical por exemplo.
    Vale a pena visitar o site de Olaf para conferir seu trabalho em impressão 3D.






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