sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Guitarras feitas com impressoras 3D

O nome do artista é Olaf Diegel. Ele constrói instrumentos musicais com impressoras 3D já fazem alguns anos e seu mais recente projeto é a impressão de um saxofone.
A infinidade de objetos que já são produzidos no mundo todo utilizando impressoras 3D remete a ideia de que essa tecnologia realmente chegou para revolucionar a produção industrial. Já são produtos que vão desde armas até produtos utilizados na medicina como próteses ou que utilizem biotecnologia para produção inclusive de tecidos humanos. A medida que a qualidade aumenta e o custo vai ficando cada vez menor, podemos avaliar o grande futuro que terá pela frente as chamadas impressões 3D.
No que se refere à música, a impressão 3D parece trazer grandes oportunidades e Olaf Diegel está alinhado com isso. Nos últimos anos ele tem se dedicado a desenvolver instrumentos musicais impressos em impressoras 3D, divulgando seu trabalho por todo o mundo. 

Ele já possui um catálogo de guitarras que impressionam em design e qualidade. Ele explica que em seu projeto recente, um grande saxofone impresso em 3D, o que ele busca não é a substituição dos instrumentos tradicionais, mas evidenciar o quão longe podemos ir na confecção de manufaturados utilizando impressão 3D.
No caso do saxofone impresso em 3D, levou algum tempo para ser produzido devido a complexidade e o número de teclas e peças envolvidas no projeto. O resultado final é um instrumento de baixo investimento que pode ser utilizado para estudo musical por exemplo.
Vale a pena visitar o site de Olaf para conferir seu trabalho em impressão 3D.






A próxima arma contra as falsificações será a respiração


Uma nova invenção criada na Universidade de Michigan apresenta um método bastante curioso para o reconhecermos a autenticidade de um produto: a respiração.  
Na verdade, trata-se de uma nova forma de impressão que reage com o ar úmido. Ao respirarmos, ocorre uma reação no material impresso revelando a marca do produto em questão. Desenvolvida pela Universidade de Michigan, em colaboração com cientistas em Coreia do Sul, a descoberta permite a criação de uma etiqueta com uma película plástica que a partir do contato com ar revela imagens invisíveis.
Até o momento não há ainda uma data para que o novo dispositivo chegue às indústrias e ao consumidor, mas deverá num futuro próximo ser mais uma arma contra as falsificações.
Esta nova película criada com nanotecnologia, utiliza poliuretano e em um adesivo não especificado como suporte para as etiquetas. A mesma tecnologia pode ser adicionados aos plásticos, têxteis, papel, vidro ou metal, sendo uma opção muito interessante para controlar o  mercado não só de roupas ou medicamentos como se pensava inicialmente.
O funcionamento é relativamente simples: os pilares microscópicos escondem uma imagem que ao contato com a umidade do ar revelaria a marca original confirmando assim a autenticidade do produto.
O equipamento necessário para produzir esses rótulos é altamente sofisticado e, por extensão, seu preço será equivalente. Essa seria a razão para que apenas as empresas farmacêuticas e marcas de prestígio pudessem optar por utilizar esse tipo de etiqueta de autenticidade. Uma vez que o sistema seja implementado a impressão dessas etiquetas em série a tornariam mais acessíveis.

Fonte: Gizmodo

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