quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

As 10 Profissões Mais Felizes e Infelizes do Mundo

Uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA), faz um levantamento sobre quais 10 profissões tornam as pessoas mais felizes no mundo.
No topo da lista dos mais felizes estão os clérigos religiosos. Sei lá, se considerarmos principalmente a vida  rica e cheia de privilégios de alguns religiosos por aí, até dá prá concordar.

Embora a lista tenha algum sentido, na medida que inclui como felizes algumas profissões se dedicam a ajudar o próximo , além de incluir artistas, cujo trabalho normalmente resulta de um dom natural.
Mas colocar os bombeiros como segundos da lista não sei não, pois já conheci bombeiros que reclamavam de ter que acordar no meio da madrugada para atender ocorrências que muitas vezes colocavam suas vidas em risco.

 Talvez, por ser uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, onde os bombeiros ganham bem mais do que aqui isso até seja verdade.  Um bombeiro feliz no Brasil foi aquele que pegou a Luma de Oliveira.
Os vendedores na área de finanças talvez se sintam felizes pela alta comissão que ganham.
Os demais, sei lá, cada um de nós pode achar uma explicação diferente.

A lista dos profissionais mais felizes:
1 – Clérigos
2 – Bombeiros
3 – Fisioterapeutas
4 – Escritores
5 – Professores de educação especial
6 – Professores
7 – Artistas
8 – Psicólogos
9 – Vendedores de serviços financeiros
10 – Engenheiros de operação

Já o site CareerBliss   faz uma lista das 10 profissões mais infelizes do mundo. Como sou da área de tecnologia da informação, não estranho nem um pouco a lista dos profissionais mais infelizes do mundo ter no mínimo 5 da área de informática.



A explicação para isso poderia ser a pressão constante a que estes profissionais são submetidos e também o fato de que a cada dia há um problema sério a ser resolvido. Ossos do ofício, pode-se dizer, mas talvez não desse ser assim.

Lista das 10 profissões mais infelizes do mundo

1 – Diretor de tecnologia da informação
2 – Diretor de vendas e marketing
3 – Gerente de produto
4 – Desenvolvedor web sênior
5 – Especialista técnico
6 – Técnico em eletrônica
7 – Secretário judicial
8 – Analista de suporte técnico
9 – Operador de CNC
10 – Gerente de marketing



Governo Sírio prende Blogueira

O governo sírio prendeu na segunda-feira Razan Ghazzawi, uma blogueira síria (nascida nos Estados Unidos)  sob as acusações de incitar conflitos políticos, espalhar informações falsas e enfraquecer o sentimento nacionalista.


 As acusações podem resultar numa pena de 15 anos de prisão naquele país.


Segundo outros ativistas pela liberdade na Síria, a acusação de enfraquecer o sentimento patriótico tem sido usada com frequência cada vez maior ao prenderem pessoas que se manifestam contra o regime autoritário do presidente Bashar Al-Assad.


A blogueira Razan Ghazzawi, de 31 anos,  vinha relatando abusos aos direitos humanos na Síria até que em 04 de dezembro foi presa por militares Sírios ao tentar cruzar a fronteira em direção à Jordânia onde participaria de uma conferência sobre a liberdade de imprensa. No mesmo dia as autoridades da Síria teriam matado pelo menos 28 pessoas, sendo que 2 delas foram baleadas enquanto participavam de um funeral na cidade de Idlib.


Razan Ghazzawi é a mais recente ativista presa desde que começaram os protestos contra o presidente Bashar. Além de Razan, dezenas de outros ativistas, jornalistas e blogueiros além de milhares de cidadãos tem sido presos nestes já 9 meses de protestos populares.
As Nações Unidas estimam que cerca de 5 mil pessoas já morreram assassinadas pelo regime autoritário de Bashar.
Alheio à crescente pressão internacional sobre o seu regime, Assad tem mantido a intensa repressão aos protestos inspirados em revoltas semelhantes que vem ocorrendo no mundo árabe.

Mas os protestos em vez de enfraquecerem, tornam-se a cada dia mais intensos. Agora eles ganham um significado especial próximo à fronteira turca,  onde militares desertores formaram o Exército da Síria Livre. O revide que essas forças vem empreendendo contra os defensores do atual regime vem se tornando cada vez mais sofisticada.
 Essa força que o movimento começa a ganhar dá cada vez mais esperança aos manifestantes, além de tornar cada vez mais violento um levante que iniciou pacificamente nas ruas.

Se por um lado os desertores tem ganhado apoio popular, encontrando abrigo nas cidades e vilas entre os simpatizantes, por outro eles dão um pretexto ao regime que passou a reprimir de forma ainda mais violenta.

As autoridades sírias tem inclusive usado os ataques de militares dissidentes para embasar a versão oficial de que essa revolta é obra de grupos terroristas armados e não uma manifestação espontânea do povo.

Enquanto os Estados Unidos, a União Européia e a Liga Árabe impõem sanções econômicas contra o governo de Bashar, a Rússia e a China recusam-se a apoiar sanções da ONU, fechando os olhos à intensa violência que ocorre contra o povo na Síria.

Fonte:



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