segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Crânio de Hitler é falso - Exame de DNA comprova

Exame de DNA comprova que o Crânio de Hitler guardado na Rússia desde a II Guerra Mundial na verdade pertenceu a uma mulher de 40 anos.


Análise de DNA provou que o fragmento de crânio que supostamente seria de Hitler pertenceria a uma mulher de menos de 40 anos de idade.

O estudo realizado por cientistas americanos levanta dúvidas de que os fatos acerca da morte de Adolf Hitler tenham sido exatamente como se supunha até então. Hitler pode não ter atirado em si mesmo e até mesmo nem ter morrido em seu bunker.

Durante décadas cientistas e historiadores pensavam possuir uma prova conclusiva de que Hitler atirou em sua própria cabeça após de ter tomado veneno em 30 de abril de 1945.

O fragmento de crânio com um furo de bala foi encontrado do lado de fora do bunker do Fuhrer por soldados russos em 1946 e conservado pela inteligência soviética.

Agora a história da morte de Hitler fica envolta em mistério e terá que ser reescrita. Ao longo dos anos alguns céticos já cogitaram todo tipo de teorias conspiratórias sobre a morte de Hitler. Essa nova descoberta pode servir de base principalmente para aqueles que sustentam que Hitler nem mesmo tenha morrido no bunker.

A história tradicional é a de que o líder nazista e sua mulher Eva Braun cometeram suicido enquanto os russos bombardeavam Berlim.

Embora alguns historiadores duvidem que ele tenha atirado em si mesmo e sugerem que isso foi armado pelos nazistas para torná-lo um herói, o furo no fragmento de crânio colocado em exposição em Moscou no ano 2000 era suficientemente convincente para corroborar a história contada sobre os últimos momentos de Hitler.

'Nós identificamos que o crânio é de uma mulher com idade entre 20 e 40 anos,' afirmou o arqueólogo Nick Bellantoni da Universidade de Connecticut.

O cientista acrescenta que o osso é bastante fino e que ossos masculinos tendem a ser mais robustos. Além disso, analisando a junção das placas ósseas que formam o crânio constata-se de que correspondem a alguém com menos de 40 anos, sendo que Hitler tinha 56 anos em abril de 1945.

Bellantoni viajou para Moscou para pegar amostras de DNA nos arquivos do governo russo. Lá ele também teve acesso aos restos manchados de sangue do sofá em que Hitler e Eva Braun teriam se suicidado. 'Minha referência eram as fotos tiradas do sofá pelos soviéticos em 1945 e quando me deparei com o móvel eu vi as mesmas manchas das fotos na madeira e no tecido. Então eu me convenci de que estava trabalhando com material autêntico.

(Na foto acima: Hitler e sua mulher Eva Braun)


Suas espantosas conclusões sobre as circunstâncias que envolvem a morte de Hitler estão sendo apresentadas pelo History Channel americano num documentário entitulado “A fuga de Hitler” (‘Hitler's Escape’).

De acordo com testemunhas, os corpos de Hitler e Eva Braun foram enrolados em cobertores e carregados para o jardim do lado de fora do bunker. Depois foram colocados numa cratera que havia sido feita por uma bomba. Em seguida os corpos foram encharcados de gasolina e queimados.

Em maio de 1945, uma equipe de legistas russos desenterraram o que presumivelmente seria o corpo do ditador. O fato de que parte do crânio encontrado estava faltando se devia provavelmente ao tiro disparado por Hitler. A arcada dentária encontrada combinava com seus registros odontológicos de acordo com os dentistas de Hitler capturados. Tendo em vista as suspeitas que se cogitavam sobre o destino de Hitler, o líder russo Stalin ordenou uma busca ao fragmento de osso que foi finalmente encontrado em 1946.



Mas diante da nova descoberta sobre a autenticidade do fragmento de crânio em poder dos russos, as circunstâncias de como e quando Hitler morreu ficam no momento envoltas em mistério.



Bellantoni afirma que é improvável que o osso seja de Eva Braun pois ela morreu com 33 anos de idade: 'Não há evidências de que Eva Braun tenha atirado em si mesmo ou mesmo de ter sido alvejada. Muitas pessoas morreram perto do bunker.’



Sem que o resto do mundo soubesse, o corpo que se acreditava ser de Hitler foi enterrado pelos russos em Magdeburg, na então Alemanha Oriental. Lá permaneceu até que em 1970, a KGB o desenterrou e o cremou secretamente. As cinzas foram jogadas num rio.

(Acima:Bunker de Hitler em Berlim ao final da Guerra)

Apenas a mandíbula (que permanece sem acesso ao público), o fragmento de crânio e o sofá manchado de sangue foram preservados nos arquivos da inteligência soviética.



O cientista Bellantoni pôde estudar os restos apenas por uma hora em Moscou. Durante este tempo ele coletou algumas amostras de DNA com um cotonete. Quando as amostras chegaram no centro de genética aplicada da universidade de Connecticut, elas foram examinadas durante três dias pela cientista Linda Strausbaugh, que dedicou-se integralmente a essa tarefa:

“Nós usamos a mesma rotina de testes e controles que nós usamos na análise de evidências criminais. E tivemos muita sorte em conseguir obter uma leitura satisfatória tendo em a limitada quantidade de material disponível para a análise” afirma a cientista. A técnica utilizada consiste em retirar uma pequena parte do DNA disponível e replicá-lo num processo conhecido como cópia molecular a fim de conseguir material suficiente para análise.





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