quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Como Saber Se Uma Criança Será Um Futuro Criminoso



Quantas crianças extremamente teimosas vemos por aí! Quem nunca viu uma criança esperneando e gritando em supermercados e lojas inconformadas por não ganharem um brinquedo ou um doce?

Pois uma pesquisa recente poderá trazer um pouco mais de preocupação aos pais de crianças que tem dificuldade em se controlar.

Pesquisadores da Grã-Bretanha, Estados Unidos e Nova Zelândia analisaram dados de dois grandes estudos em que as crianças foram submetidas a testes físicos e entrevistas para avaliar fatores genéticos e ambientais que possam influenciar em suas vidas.

O resultado dessa pesquisa foi a constatação de que crianças que têm baixos níveis de auto-controle aos três anos de idade são mais propensas a ter problemas de saúde e dinheiro e ficha criminal aos 30 anos de idade, independente do quanto sejam inteligentes ou mesmo da educação recebida.

Segundo os dados levantados pela pesquisa, crianças que aos 3 anos de idade têm baixos níveis de auto-controle foram mais propensas a ter problemas de saúde na vida adulta, incluindo hipertensão arterial, excesso de peso, problemas respiratórios e doenças sexualmente transmissíveis.


Elas também tiveram maior probabilidade de se tornarem dependentes de substâncias como tabaco, álcool e drogas, entre as do sexo feminino houve uma maior propensão de ser mãe solteira, tiveram dificuldade em gerir o dinheiro e maior chance de ter uma ficha criminal. Administrar o auto-controle e os impulsos são algumas das exigências que a sociedade mais rapidamente impõe às crianças, afirmou o pesquisador Dr Terrie Moffitt, do King's College de Londres e da Duke University dos EUA.


'Nosso estudo mostra, pela primeira vez, o quanto a força de vontade de uma criança realmente influencia suas chances de tornar um adulto saudável e próspero.'Primeiramente os pesquisadores analisaram dados de cerca de 1000 crianças nascidas na Nova Zelândia entre abril de 1972 e Março de 1973. O auto-controle dos participantes foi avaliado por professores, pais, observadores e as próprias crianças.


A avaliação incluiu a análise da baixa tolerância a frustração, falta de persistência em alcançar objetivos bem como a impulsividade em agir antes de pensar.A equipe da Dr Moffitt descobriu que quando os participantes atingiram a idade de 30 anos, esta impulsividade e relativa incapacidade de pensar a longo prazo lhes trouxe mais problemas com as finanças, incluindo a capacidade de administrar a economia doméstica, administrar bens, propriedades, cartão de crédito e dívidas. As crianças com menor pontuação de autocontrole também tiveram uma maior propensão a doenças sexualmente transmissíveis, problemas de peso, colesterol alto e hipertensão arterial.

Embasando ainda mais as conclusões, os pesquisadores fizeram a mesma análise nos dados de 500 pares de gêmeos na Grã-Bretanha. Eles descobriram que o irmão com menor auto-controle de pontuação, com cinco anos de idade foi mais propensos a começar a fumar, ir mal na escola e desenvolver comportamento anti-social aos 12 anos.

Com base nessas informações o Dr Avshalom Capsi, que trabalhou com Dr Moffitt no estudo, chegou a afirmar que 'Isso mostra o quanto o autocontrole é importante por si só, independentemente de todos os outros fatores que porventura compartilhem com irmãos, pais em sua vida familiar'.

Referência:
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1350314/Scientists-identify-spot-future-criminal-age-THREE.html

Dormir Para Adquirir Conhecimento


Pesquisa científica indica que dormir é excelente maneira de absorver conhecimento.

Os cientistas acreditam que a melhor maneira de armazenar conhecimento recém adquirido é dormindo. Pesquisadores na Alemanha descobriram que o cérebro é melhor durante o sono do que durante a vigília em resistir à tentativas para embaralhar ou corromper a memória recente.

O estudo, publicado no periódico Nature Neuroscience , lança uma nova luz nesse processo tão complexo. Uma pesquisa anterior já havia demonstrado que nossas memórias recentes, armazenadas temporariamente em uma região do cérebro chamada hipocampo, não são armazenadas em definitivo imediatamente. Já se sabia também que a reativação dessas lembranças logo depois da aprendizagem desempenha um papel crucial na sua transferência para o armazenamento mais permanente no neocórtex (uma espécie de 'unidade de disco rígido do cérebro').

Durante a vigília, no entanto, este período de reativação é mais frágil, podendo fazer com que as memórias não sejam armazenadas em definitivo. O Dr. Bjorn Rasch e mais três colegas da Universidade de Lubeck na Alemanha fizeram um experimento para tentar provar que o processo de reativação da memória funciona de forma melhor durante o sono.Para isso eles reuniram vinte e quatro voluntários que foram convidados a memorizarem 15 pares de cartas contendo fotos de animais e objetos do cotidiano. Ao executar o exercício, eles foram expostos a um odor ligeiramente desagradável. Quarenta minutos depois, metade os indivíduos que tinham ficado acordados foram convidados a aprender um segundo padrão ligeiramente diferente do anterior.

Antes de começar o segundo exercício eles foram submetidos ao mesmo odor, com o objetivo de ativar a a memória do primeiro exercício. Outros 12 indivíduos, enquanto isso, fizeram o segundo exercício depois de uma breve soneca. Enquanto dormiam, num estado de consciência de ondas lentas , foram expostos ao mesmo odor . Em seguida foram avaliados os desempenhos de ambos os grupos de voluntários.Para a surpresa dos pesquisadores, o grupo que dormiu se saiu significativamente melhor, com uma média de memorização equivalente a 85% dos padrões, comparado aos 60 % de desempenho para os que permaneceram acordados. A chefe da equipe, Dr Susanne Diekelmann afirmou que ' reativação das memórias tinha efeitos completamente diferentes no estado de vigília e no sono.

Com base nos dados fornecidos por imagens do cérebro, sugerimos que a razão para este resultado inesperado é que já durante os primeiros minutos de sono foi iniciada a transferência do hipocampo para o neocórtex.’'Depois de apenas 40 minutos de sono, importantes blocos de memória foram recuperados do hipocampo e armazenados no neocórtex onde eles não poderiam ser afetados por novas informações’. explicou.A Dr Diekelmann disse também que o impacto positivo de curtos períodos de sono na consolidação de memória poderá ter implicações para atividades de muita memória, como a formação lingüística por exemplo.

São muitos os benefícios que esse campo de estudo pode trazer, como ajudar na descoberta de tratamentos mais eficientes para vítimas da síndrome de estresse pós-traumático, uma condição debilitante causada por experiências extremas envolvendo acidente ou violência.

Via: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1350377/Sleeping-best-way-absorb-knowledge-scientists-claim.html

Pais Passam Medo Irracional De Aranhas E Cobras A Seus Filhos


Se você tem pavor de cobras e aranhas talvez deva culpar seus pais. Um novo estudo questiona a idéia amplamente difundida de que o medo desses animais rastejantes seja algo instintivo e sugere pelo contrário nós aprendemos a ter medo nos primeiros anos de vida.
Entre as fobias consideradas irracionais pelo estudo está talvez o mais comum de todos: o medo de cobras. Acredita-se que cerca da metade da população sofre desse medo sem nunca ter sequer visto uma cobra de verdade ao vivo.
Os especialistas que participaram do estudo na Rutgers University em Newark , na Inglaterra, acreditam que as pessoas não nascem com um medo inato de animais rastejantes. Elas na verdade aprendem a ter medo desses animais nos primeiros anos de vida.
Eles apresentaram dois vídeos a bebês de sete meses de idade um de uma cobra e outro de um animal não-ameaçador.
Ao mesmo tempo, os bebês ouviram uma gravação de uma voz humana com medo e outra feliz. Conforme os cientistas reportaram no periódico Current Directions in Psychological Science, os bebês passaram mais tempo olhando os vídeos da cobra em razão de ouvirem as vozes com medo, embora não tenham demonstrado estarem com medo. Estudos anteriores já haviam mostrado que as pessoas podem ser ensinadas a temerem quase qualquer coisa.

Na Suécia, cientistas mostraram a voluntários imagens de cobras, aranhas, flores e cogumelos dando-lhes um pequeno choque elétrico.


O resultado não foi nem um pouco surpreendente: os voluntários aprenderam a associar todas as imagens com medo.Acredita-se que na Grã-Bretanha, onde foi realizado o estudo, metade das mulheres e um quinto dos homens têm medo de aranhas, independentemente delas serem perigosas ou não. Muitos cientistas argumentam que essas fobias, exploradas principalmente por filmes de Hollywood , evoluíram milhões de anos atrás quando nossos antepassados viveram ao lado de um grande número de répteis e insetos mortais na África.


A chamada seleção natural impele as pessoas que ficarem longe de animais potencialmente perigosos. Mas esse estudo desafia a teoria de que medo de cobra e aranha são fobias inatas. Bebês reconhecem animais potencialmente perigosos, mas não os temem necessariamente. Em um segundo experimento, foram apresentadas para crianças de três anos nove fotografias numa tela.

A seguir foi solicitado que elas destacassem algumas delas. Eles identificaram cobras mais rapidamente do que flores e outros animais que se parecem com elas lagartas e sapos. As crianças que tinham medo de cobras foram ainda mais rápidas na identificação delas do que as crianças que não tinham desenvolvido essa fobia.


"O que estamos sugerindo é que temos esses preconceitos para detectar coisas como cobras e aranhas rapidamente e associá-los com coisas ruins, como uma voz com medo. Bebês detectam cobras rapidamente e logo aprendem a temê-las rapidamente." afirmou ao Daily Mail a Dra Vanessa LoBue da Universidade de Rutgers, uma das autoras do estudo.

Via:
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1350408/Parents-pass-irrational-fear-spiders-snakes-children.html

Aplicativo Espião Rastreia Empregados Para o Patrão


Um novo aplicativo desenvolvido para celular permite rastrear a localização dos funcionários durante a jornada de trabalho. É como se fosse uma nova espécie de relógio ponto virtual que acompanhará o funcionário dentro e fora da empresa.


Agora não vai dar mais para culpar o tráfego intenso ou outra desculpa qualquer para justificar o tempo que foi gasto para resolver um problema particular por exemplo.Compatível com a maioria dos smart phones, como BlackBerry, Nokia, HTC, a aplicativo Crystal Ball (bola de cristal) utiliza a tecnologia GPS permitindo que os patrões acessem o histórico sobre os locais onde seus funcionários estiveram bem como o tempo em que lá permaneceram.


Além disso, o empregador poderá verificar as ligações e mensagens realizadas no telefone da empresa utilizado pelo empregado. No início do dia de trabalho o funcionário se loga no aplicativo, a partir daí seus movimentos e a utilização do celular pode ser seguida pelo empregador remotamente através de um portal na internet. No final do dia de trabalho, o empregado pode ativar a função de privacidade do sistema impedindo o rastreamento de sua movimentação.


O software permite também ao empregador obter dados sobre velocidade, localização, distância e tempo de deslocamentos do funcionário. Inventor e diretor da empresa que desenvolveu o Crystal Ball, o inglês Raj Singh, de 49 anos, já usa o aplicativo para monitorar seus 30 funcionários. Conforme ele afirmou para o jornal inglês Daily Mail, ‘Até então os funcionários eram apenas monitorados dentro do escritório mas com essa tecnologia eles passam a ser controlados também do lado de fora. Se um funcionário está usando um telefone ou um veículo da empresa é justo que seu chefe saiba como ele está utilizando esses recursos.


’ Os chamados ‘relógios-ponto’ foram máquinas originalmente inventadas em 1888 e rapidamente se tornaram bastante populares entre as empresas no mundo todo permitindo aos patrões manterem um registro oficial das horas de trabalho de um funcionário. Logo se observou que o sistema apresentava algumas falhas como permitir que trabalhadores registrassem o ponto no lugar de outros colegas por exemplo.

Mais recentemente com o avanço da biometria, houve muito progresso nessa área. No entanto, permitir controlar as movimentações dos empregados fora da área da empresa é um diferencial e tanto.


O baixo custo de cerca de 7 libras por mês certamente é baixo se for considerada por exemplo a economia de combustível que esse controle pode representar uma vez que o funcionário que sabe que está sendo rastreado vai pensar duas vezes antes de utilizar o carro da companhia para tratar questões particulares.O inventor Singh admite no entanto a importância do direito a privacidade inerente a cada pessoa, mas segundo ele a opção do sistema para desligar o rastreamento fazendo com que as movimentações do funcionário passem a não ser mais detectadas garante a liberdade do funcionário.


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