terça-feira, 26 de agosto de 2008

Figurantes de Valkyrie exigem indenização de Tom Cruise (Trailer do filme incluído)


Doze figurantes estão pedindo cerca de $US11 milhões de dólares de indenização de Tom Cruise e de sua produtora depois de terem sofrido fraturas, cortes e contusões nas filmagens do filme ValKyrie sobre a segunda guerra mundial.


Os figurantes foram feridos em 19 de agosto do ano passado (2007) em Berlin quando um painel lateral de um caminhão militar alemão se soltou ao dobrar uma esquina.

A advogada dos figurantes afirmou que algumas testemunhas declararam que o painel não estava apropriadamente preso no caminhão. Tom Cruise não estava presente no set de filmagens quando o acidente aconteceu.

"Um nova carta foi enviada para Paula Wagner (sócia de Cruise) e para United Artists, na qual nós apresentamos os fatos e instituímos a reinvidicação de nossos clientes: $11 milhões de dólares" afirmou a advogada Ariane Bluttner.

O filme que deverá ser lançado no final do ano foi intitulado Valkyrie por ser este o codinome de uma conspiração para o assassinato de Adolf Hitler planejada por oficiais alemães durante a segunda guerra mundial. Tom Cruise faz o papel do líder do grupo conspirador Claus von Stauffenberg.

O governo alemão inicialmente impediu a produção de filmar no mesmo local onde a conspiração aconteceu e os conspiradores foram executados. Mais tarde mudou de idéia após meses de debates que se desenvolveram principalmente em torno da não aceitação da Cientologia (da qual Tom Cruise é membro) como uma religião. A alemanha não reconhece a cientologia por considerar que pe um culto disfarçado de igreja com o único propósito de arrecadas dinheiro.

O filme está sendo produzido pela MGM's United Artists em associação com Tom Cruise e sua sócia Paula .

A advogada Bluttner disse que se seus clientes não receberem uma proposta de acordo satisfatória ela deverá entrar com uma ação nas cortes americanas onde a United Artist está sediada.
Abaixo o trailer oficial do filme Valkyrie que tem Tom Cruise no papel principal:








quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Lei proíbe venda de sprays a menores de idade


Foi aprovado ontem, o Projeto de Lei 706/07, do deputado Magela (PT-DF), que proíbe a venda de spray a menores de 18 anos com o objetivo de coibir pichações. A matéria que ainda deverá ser apreciada pelo Senado estabelece que os produtos deverão trazer o alerta:

"Pichação é crime (artigo 65 da Lei Federal 9.605). Proibida a venda a menores de 18 anos". O adulto que for comprar sprays deverá apresentar documento e ser identificado na nota fiscal.

Segundo esse projeto de lei o vendedor ou fabricante que descumprir essas determinações deverá sofrer as mesmas punições da Lei 9.605/98, sobre crimes ao meio ambiente:multas, destruição ou inutilização do produto sem o aviso no rótulo além da suspensão de sua venda e fabricação. A pichação já era anteriormente considerada crime com pena de detenção de três meses a um ano e multa.

Os artistas grafiteiros serão diferenciados pois a atividade é consentida desde implique na valorização do patrimônio alvo do desenho com sprays. Se este projeto se transformar lei os produtos que já estejam embalados, e portanto sem o texto exigido, poderão ser vendidos até que seja vencido seu prazo de validade.

Fonte: Agência Câmara
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
Fax. (61) 3216.1856
E-mail:agencia@camara.gov.br

Proibida a Contratação de Parentes no Poder Público


Após um debate que durou toda a tarde ontem (20/08/2008) o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá editar hoje Súmula Vinculante que proíbe o emprego de parentes no poder público federal, estadual e municipal.

Ao analisarem recurso do Ministério Público do Rio Grande do Norte contra a contratação de parentes no município de Água Nova, os ministros reafirmaram que a Constituição veda o nepotismo e que não é necessário que seja editada nova lei para que seja exigida seu cumprimento em todos os Poderes da União.

O artigo 37 da Constituição Federal, que determina a observância dos princípios da moralidade e da impessoalidade na administração pública, deve ser portanto auto-aplicável.

A súmula deve diferenciar cargos administrativos onde a contratação de parentes é totalmente vedada e cargos políticos, onde ela poderá ocorrer exceto quando houver sido configurado o nepotismo cruzado.

O ministro Carlos Carlos Ayres Britto afirmou “Somente os cargos e funções singelamente administrativos são alcançados pelo artigo 37 da Constituição Federal”, não significando no entanto os princípios da moralidade e da impessoalidade não se aplicam aos dirigentes políticos

. Ainda segundo a decisão do Supremo “é a confirmação de que não vale mais confundir tomar posse ‘no cargo’ com tomar posse ‘do cargo’, como se fosse um feudo, uma propriedade privada, um patrimônio particular”.

A partir da publicação dessa súmula, qualquer cidadão poderá contestar no STF a contratação de parentes em cargos da administração pública direta e indireta no Executivo e no Legislativo.

Fonte: http://www.stf.gov.br

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Livro polêmico mostra o horror da guerra

O livro 'War Surgery in Afghanistan and Iraq: A Series of Cases, 2003-2007' (Cirurgia nas Guerras no Afeganistão e do Iraque: Uma série de casos) está causando polêmica entre os militares americanos. Trata-se de uma coletânea de casos de cirurgias realizadas em pessoas feridas durante confronto militares na maioria soldados americanos, mas também incluindo Iraquianos, Afegãos e crianças.

O livro tem a intenção de apresentar novos métodos para tratamentos de feridos em situações que não são freqüentes no cotidiano normal dos hospitais mas que em zonas de conflito podem significar uma grande diferença na sobrevivência e recuperação de vítimas de explosões e ferimentos por armas de fogo.

O que tem chocado a opinião pública e criado controvérsia entre os militares americanos é a abordagem direta e chocante do livro que traz fotos de pessoas dilaceradas, rostos queimados, ferimentos sangrando e outras imagens de conflitos que em alguns casos ainda não terminaram.

Nos casos apresentados há mais vítimas feridas por explosões do que por balas e algumas por estarem protegidas por coletes a prova de balas sobrevivem ficando mutiladas. As técnicas de tratamento abordadas no livro dão detalhes de avanços importantes no tratamento de amputações e ferimentos graves causados num campo de batalha principalmente porque este tipo de experiência não é comum para cirurgiões em geral.

Traumas causados por explosões violentas, queimaduras e objetos que penetram o corpo de vítimas de todas as idades são situações freqüentemente mostradas no livro e as técnicas apresentadas, embora levem algum tempo para serem assimiladas podem dar uma grande contribuição para o tratamento das vítimas.

O livro foi concebido para ensinar técnicas para substituírem antigas práticas até então adotadas.

Um exemplo é o tratamento de pacientes graves administrando solução salina para tentar restabelecer a pressão a 120. Segundo os autores Fazendo isso resulta em problemas na coagulação sangüínea, na temperatura do corpo resultando em mais sangramento. Ao invés disso eles trariam a pressão apenas até 80 ou 90 com plaquetas e hemácias extras promovendo a coagulação.

Entre outras dicas importantes está a sugestão de que a cirurgia inicial de casos graves não pode ser de longa duração. Apenas para controlar a hemorragia e infecções graves. No momento seguinte o paciente deve ser conduzido para um tratamento intensivo para que seja aquecido, restabelecida a pressão arterial e o equilíbrio eletrolítico. Posteriormente o paciente seria levado então a um hospital com mais recursos para dar continuidade ao tratamento.

Além das fotos que ilustram lesões graves há no livro imagens de pacientes recuperados, como um iraquiano que teve o maxilar destruído e refeito, um soldado que perdeu a metade do crânio sorrindo durante um jantar com sua família, um soldado que teve a face reconstruída e aparentando estar muito bem um ano depois.

Mas alguns oficiais não aceitam que sejam mostradas fotos de veículos militares em chamas nem rostos de qualquer soldado americano ferido sob a alegação de proteção à privacidade dessas pessoas. Outra preocupação dos militares em relação ao livro é que as cenas chocantes dos horrores da guerra podem ser usadas politicamente contra o governo.

Os autores no entanto, argumentam que os casos e fotos expostos no livro são motivos de orgulho para os militares envolvidos e todos foram publicados por meio de autorização sejam americanos, iraquianos ou afegãos.Além disso as fotos da guerra foram obtidas até cinco anos atrás já tendo sido algumas publicadas em jornais e revistas. Ainda segundo os autores esse é um livro médico que pode salvar vidas e que deveria estar a disposição de civis em especial cirurgiões.

Via: http://www.iht.com/articles/2008/08/04/america/wounded.php

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Thomas Edison e o Elefante eletrecutado



Basta dar uma olhada em volta e percebemos várias coisas que foram ou inventadas ou aprimoradas pelo grande inventor americano Thomas Alva Edison. Em seus 84 anos de vida Edison registrou 1,093 patentes em seu nome tendo inventado ou contribuído para a lâmpada elétrica, fonógrafo(na foto), sistemas elétricos, telégrafo,telefone, raio-X entre outras invenções.

Mas Edison também esteve envolvido em algumas excentricidades inventivas como a fracassada tentativa de construir móveis, refrigeradores e pianos de concreto. Uma das mais inusitadas passagens da vida do grande inventor foi o dia em que ele executou um elefante utilizando energia elétrica.

Ao término do ano de 1880 Edison estava engajado na “Guerra das Correntes' com George Westinghouse e Nikola Tesla. Edison tinha promovido o uso da corrente continua (em inglês DC - Direct Current) para a distribuição de eletricidade, enquanto que Westinghouse e Tesla queriam que fosse adotada a corrente alternada (AC – Alternating Current).




Naquela época, Edison tinha mais de uma centena de estações geradoras de força nos Estados Unidos que distribuíam a eletricidade aos consumidores. A estação de eletricidade tinha que ficar dentro de um raio de 1200 metros devido a perda causada pela resistência dos cabos utilizados na transmissão da energia.O engenheiro sérvio Nikola Tesla, um genial empregado de Edison propôs que a corrente alternada (AC) pudesse resolver o problema da perda relacionada aos cabos de transmissão, mas sua opinião não foi aceita por Edison.

Anteriormente Edison já havia pedido a Tesla para que desenvolvesse algo que melhorasse suas estações de força oferecendo-lhe 50 mil dólares como recompensa (um valor muito atraente na época pois Tesla ganhava cerca de 18 dólares por semana). Quando Tesla terminou o projeto, Edison não cumpriu com sua parte surgindo daí uma grande inimizade entre os dois.

Com o objetivo de provar que seu sistema de Corrente Contínua era melhor e 'mais seguro', Edison resolveu demonstrar o potencial letal da corrente alternada (AC) criando uma cadeira elétrica.

Em 1903, uma elefanta de circo chamada Topsy, do Coney Island’s Luna Park enlouqueceu e passou a atacar quem estivesse próximo. O resultado foi que o animal matou três pessoas, sendo uma delas o próprio treinador que tentava fazê-la fumar um cigarro.


A Elefanta Topsy, considerada uma grave ameaça à sociedade, foi alimentada então com cenouras recheadas de cianeto e eletrocutada com 6 mil volts AC vindo a morrer quase que instantaneamente sem dar sequer um gemido.

Cerca de 1.500 pessoas assistiram à execução e Thomas Edison inclusive filmou-o para que ficasse registrado (veja neste link : YouTube Link.)

Apesar da campanha publicitária liderada por Thomas Edison a favor da corrente contínua DC o sistema que utiliza corrente alternada AC proposto por Tesla terminou por prevalecer sendo o que é utilizado hoje para a distribuição de energia elétrica à população.

Veja outras curiosidades sobre o grande inventor americano Thomas Edison neste link: 10 Fascinating Facts About Edison

Via:WWW.neatorama.com

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