terça-feira, 8 de abril de 2008

Pensamento: O Segredo Do Tempo

“Não adiar nada, é o melhor segredo de quem conhece o valor do tempo. Quando deixamos alguma coisa para amanhã, não pensamos que cada dia e cada hora traz uma nova tarefa.”

Edward Laboulaye

quarta-feira, 26 de março de 2008

O Logo das Olimpiadas de Beijing 2008 Explicado

A charge acima é realmente genial. Ela tenta explicar de onde teria vindo a idéia da logomarca símbolo das Olimpíadas de Beijing na China deste ano.
Uma pessoa é colocada no paredão e fuzilada. A marca que ela deixa na parede é exatamente o logo das olimpíadas na China.


Atualizado: Para aqueles que chegaram aqui atrás do logo oficial das Olimpíadas de Beijing (Pequim) 2008 aqui está:

terça-feira, 25 de março de 2008

Tese do Coelho - Trabalho de Conclusão


Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa e viu aquele suculento coelhinho, tão distraído, que chegou a salivar.

No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa:

R: - Coelhinho, o que você está fazendo ai tão concentrado?
C: - Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o coelho sem tirar os olhos do trabalho.
R: - Humm .. . e qual é o tema da sua tese?
C: - Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais de animais como as raposas.

A raposa fica indignada:

R: - Ora! Isso é ridículo! Nos é que somos os predadores dos coelhos!
C: - Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha prova experimental.

O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouve-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio. Em seguida o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos da sua tese, como se nada tivesse acontecido.

Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído agradece mentalmente a cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo então resolve saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:

L: - Olá jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
C: - Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.

O lobo não se contém e farfalha de risos com a petulância do coelho.

L: - Ah, ah, ah, ah!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa...
C: - Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?

O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouve-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido...

Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e peles de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado e sonolento, a palitar os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA:
Não importa quão absurdo é o tema de sua tese. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico. Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria.
Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos ... o que importa é QUEM É O SEU ORIENTADOR...

terça-feira, 18 de março de 2008

Márcia Tiburi do Sai Justa versus Mônica Veloso (ex de Renan Calheiros)


Na entrevista da filósofa gaúcha Márcia Tiburi (37 anos) à revista FILOSOFIA (nº18),

quando perguntada se o fato dela ter cancelado a participação num programa de TV quando descobriu

que Mônica Veloso participaria do programa seria uma forma de não compactuar com a falta de moralidade, a entrevistada respondeu:

"Não, a moralidade é, a meu ver mera "moralina" como dizia Nietzsche. Uma espécie de droga para alucinar e entorpecer os adictos.

O que eu achomuito diferente é a ética. Ela é reflexão que me deve orientar em cada circunstância,

Naquele momento eu fui kantiana. Segundo Kant, você deve agir fazendo de sua ação uma potência universal.

Ou seja, devo sempre imaginar se o que faço poderia ser feito por todo mundopara o bem da sociedade e da humanidade que eu almejo.

Neste sentido, eu penso que devemos conversar, debater, dialogar com todos os que tiverem vontade ou capacidade para tal.

Irei do presídio ao prostíbulo, falarei com os analfabetos, as elites, os pobres, os ricos, as prostitutas das ruas, os mendigos, qualquer um.

Mas não posso participar de um bate-papo informal numa emissora de TV com uma pessoa que vive do dinheiro roubado dos brasileiros que pagam seus impostos e desejam um país justo, ou roubam dos que dependem destes impostos para ter saúde, educação e moradia.

O resultado da corrupção é a morte de muitas pessoas que ficam sem amparo em todos estes setores,

Eu não seria diferente do que condeno. Quem me assistisse seria otário."

Valeu, Márcia, é de exemplos como esse que esse país está precisando. Quanta hipocrisia e demagogia inundam programas de rádios e TVs por esse Brasil afora.

Quanta celebridade que compartilha e usufrui das benesses de políticos corruptos e desonestos e depois se apresentam como se fossem dignas da admiração e consideração popular.



Vale a pena comprar a revista FILOSOFIA (Ciência e Viada / Editora Escala/ Ano II número 18) e ler na íntegra a entrevista da Márcia Tiburi que além de filósofa, escritora,professora universitária, artista plástica e

participa do programa "Saia Justa" exibido pelo canal GNT da Net.

A revista traz ainda os artigos "Decartes e o Outro", "Filosofia Islâmica","Sócrates, Platão e Aristóteles e o princípio do universo" entre outros.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mais uma do Barão de Itararé

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

- Quantos rins nós temos?

- Quatro! - Responde o aluno.

-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em
tripudiar sobre os erros dos alunos. E ele ordena ao seu auxiliar - Traga um
feixe de capim, pois temos um asno na sala.

- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.

O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto,
o humorista Aparício Torelly Aporelly 1895-1971), mais conhecido como o
'Barão de Itararé'.

Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois
meus e dois teus. Tenha um Bom Dia e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!

Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento ou acreditarem
que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...

E haja capim!!

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