terça-feira, 29 de maio de 2007

O balcão de bar do futuro, criando imagens, interagindo com você



Pois em minha visita a Buenos Ayres no último feriadão do dia do trabalhador, enquanto tomava 'cerveza' Quilmes com dois amigos no PAGAÑA Pub, olhando aquele balcão luminoso, azulado, me ocorreu a seguinte idéia: E se passassem a usar balcões ou mesas de bares com a mesma tecnologia de sensiblidade ao toque usada nos terminais eletrônicos dos caixas eletrônicos dos bancos por exemplo?
Poderíamos ver imagens fantásticas se formando a medida que largássemos os copos sobre a mesa ou balcão, e ainda, poderíamos dispor de cardápios interativos (embora eu ainda prefira o atendimento de garçonetes e de preferência de minisaia como do Hard Rock Café Buenos Ayres) além de outras funções quaisquer.

Pois hoje realmente me surpreendi com esse post no Oblivious, que vem diretamente ao encontro de minhas 'divagações etílicas'. Trata-se de algumas experiências com esse tipo de tecnologia em balcões e mesas.






Via: OBLIVIOUS

O Homem do Gato, vendendo apitos e fazendo rir




Um dos artistas de rua mais engraçados de se
assistir é o tal do Homem do Gato. Com um apito na boca, um pedaço de pau e um
saco de linhagem com um rabo prá fora ele dá vida a um gato imaginário
divertindo os passantes. Suponho que seja o mesmo artista que foiassim
descrito pelo saudoso dramaturgo
Plínio
Marcos em entrevista de 1996
:



" Tinha o homem do gato, que era muito engraçado o que ele
fazia. Conhece? Ele tinha um saco com um rabo amarrado pra fora. Passava uma
senhora, geralmente mulher: “A senhora não quer comprar o meu gato?” “Não
quero.” “Mas compra meu gato. O gato é angorá, é manso.” E ele enfiava a mão no
saco e o gato começava “meeáá” (imita miado de gato brabo), jogava o saco e
bumba!, dava paulada no gato. A mulher ficava indignada: “O senhor vai matar o
gato!”. “A senhora não quer comprar, não se meta.” E bum, bum, meeaa! Era uma
briga de gato! Aí a mulher chama o guarda. “Que que foi, minha senhora?” “Ele tá
matando o gato.” Aí ele tirava e era só o rabo. O que ele vendia era só um apito
que imitava gato. Putz! Aí ele vendia aquilo aos punhados! E a mulher ficava
puta! (Risos) Era um apito que imitava um gato. E ele era um artista.
Teve um amigo meu, empresário, que falou pra mim “Pô, vê com aquele cara se ele
não quer viajar num navio até o Japão”. Porque ele tocava violão, tinha sido
artista de circo. Tocava violão, cantava e fazia o gato. Tocava música imitando
gato. Eu perguntei e ele disse “Vou sair da rua pra ir viajar, porra?”. Ninguém
quer sair da rua. Se eu vivesse, nem eu queria sair mais da rua. Porque é
sensacional."


Pois como tudo que é irreverente vai parar no YouTube , meu sobrinho João Batista achou
esse vídeo e me enviou.


Vale a pena assistir aqui e também ao vivo. A última vez
que o assisti foi há umas duas semanas no brique da redenção em Porto
Alegre.


Mas recomendo não se aproximar muito quando estiver
assitindo-o ao vivo pois corre-se o risco de ser alvo de alguma de suas tiradas
geniais, como a que eu presenciei um dia desses: O Homem do Gato fazia seu show
e passou um cara engravatado praticamente atravessando o meio do círculo da
apresentação. Indiferente ao espetáculo de rua nem percebeu que o homem do gato
parou subitamente a apresentação e ficou olhando sério pro cara. Aí o artista de
rua lascou:


--" Tava bom ontem lá?... "


O cara parou e o olhou meio que na dúvida se era com ele
que estavam falando. Depois seguiu seu passo apressado.


Aí Homem do Gato completou:


--" O baile Gay..."


Prá gargalhada geral dos espectadores ao seu
redor.







segunda-feira, 28 de maio de 2007

Câmera antiga é vendida por 675 mil Euros



Preste atenção nas velharias e bugigangas antigas que você tem em casa, quem sabe elas podem render uma boa grana? Esta câmera de 1839 que foi vendida por uma galeria em Viena, na Áustria.
O leilão feito pela Internet teve preço inicial de 85 mil Euros, e se concretizou com a venda da câmera a um comprador aônimo por 675 mil Euros.
Esta câmera de madeira, que é provavelmente a primeira vendida comercialmente no mundo, foi encontrada por um professor americano.


Via: ALT1040

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Esses botecos que nós adoramos




Reproduzo aqui um texto muito legal sobre bares, ou melhor
botecos, que embora não tenham nenhuma sofisticação são preferidos para se tomar
uma cerveja e bater um papo cabeça com os amigos. Difícil
para frequentadores de botecos não se identificarem com muita coisa dita
nele. O texto é de autoria de
Antonio
Prata
.



Bar ruim é lindo, bicho





Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso freqüento bares meio
ruins. Não sei se você sabe, mas nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos
julgamos a vanguarda do proletariado, há mais de 150 anos. (Deve ter alguma
coisa de errado com uma vanguarda de mais de 150 anos, mas tudo bem). No bar
ruim que ando freqüentando nas últimas semanas o proletariado é o Betão, garçom,
que cumprimento com um tapinha nas costas acreditando resolver aí 500 anos de
história. Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos ficar “amigos” do
garçom, com quem falamos sobre futebol enquanto nossos amigos não chegam para
falarmos de literatura. “Ô Betão, traz mais uma pra gente”, eu digo, com os
cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto parte do Brasil. Nós, meio
intelectuais, meio de esquerda, adoramos fazer parte do Brasil, por isso vamos a
bares ruins,que tem mais a cara do Brasil que os bares bons, onde se serve petit
gateau e não tem frango à passarinho ou carne de sol com macaxeira que são os
pratos tradicionais de nossa cozinha. Se bem que nós, meio intelectuais, quando
convidamos uma moça para sair pela primeira vez, atacamos mais de petit gateau
do que de frango à passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas na hora
do vamos ver uma europazinha bem que ajuda. A gente gosta do Brasil, mas muito
bem diagramado. Não é qualquer Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem
que ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de lata, copo americano e, se
tiver porção de carne de sol, a gente bate uma punheta ali mesmo.




Quando um de nós, meio intelectuais, meio de esquerda, descobre um novo
bar ruim que nenhum outro meio intelectual, meio de esquerda freqüenta, não nos
contemos: ligamos pra turma inteira de meio intelectuais, meio de esquerda e
decretamos que aquele lá é o nosso novo bar ruim. Porque a gente acha que o bar
ruim é autêntico e o bar bom não é, como eu já disse. O problema é que aos
poucos o bar ruim vai se tornando cult, vai sendo freqüentado por vários meio
intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais ou menos gostosas. Até que
uma hora sai na Vejinha como ponto freqüentado por artistas, cineastas e
universitários e nesse ponto a gente já se sente incomodado e quando chega no
bar ruim e tá cheio de gente que não é nem meio intelectual, nem meio de
esquerda e foi lá para ver se tem mesmo artistas, cineastas e universitários, a
gente diz: eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha turma de meio
intelectuais, meio de esquerda, as universitárias mais ou menos gostosas e uns
velhos bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, adoramos dizer que freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso,
íamos a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a banda antes de tocar
na MTV. Nós gostamos dos pobres que estavam na praia antes, uns pobres que sabem
subir em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente acha lindo, mas a gente
detesta os pobres que chegam depois, de Chevete e chinelo Rider. Esse pobre não,
a gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E a gente abomina a
Vejinha, abomina mesmo, acima de tudo.



Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se dividem em dois tipos:
os que entendem a gente e os que não entendem. Os que entendem percebem qual é a
nossa, mantém o bar autenticamente ruim, chamam uns primos do cunhado para tocar
samba de roda toda sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no cardápio e
aumentam em 50% o preço de tudo. Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a pagar caro por aquilo que tem
cara de barato. Os donos que não entendem qual é a nossa, diante da invasão,
trocam as mesas de lata por umas de fórmica imitando mármore, azulejam a parede
e põem um som estéreo tocando reggae. Aí eles se fodem, porque a gente odeia
isso, a gente gosta, como já disse algumas vezes, é daquela coisa autêntica, tão
brasileira, tão raiz.



Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de esquerda, no Brasil!
Ainda mais porque a cada dia está mais difícil encontrar bares ruins do jeito
que agente gosta, os pobres estão todos de chinelo Rider e a Vejinha sempre
alerta, pronta para encher nossos bares ruins de gente jovem e bonita e a
difundir o petit gateau pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio
intelectuais, meio de esquerda, como eu que, por questões ideológicas, preferem
frango a passarinho e carne de sol com macaxeira (que é a mesma coisa que
mandioca mas é como se diz lá no nordeste e nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, achamos que o nordeste é muito mais autêntico que o sudeste e
preferimos esse termo, macaxeira, que é mais assim Câmara Cascudo, saca?).



-- Ô Betão, vê um cachaça aqui pra mim. De Salinas quais que
tem?





Blog do autor: http://blogdoantonioprata.blogspot.com/



terça-feira, 22 de maio de 2007

Invenções para Uma Vida Melhor


Invenções para uma vida melhor

Há invenções verdadeiramente geniais. Algumas são tão
gritantemente necessárias que nos perguntamos porque não apareceram mais cedo...
Em muitos casos o principal obstáculo é a falta de iniciativa ou vontade de pôr
em prática determinada invenção; noutros é apenas a tecnologia. Porém nos dias
atuais a tecnologia parece conseguir qualquer coisa.





O caso das torradas é um bom exemplo. Sempre foi um problema
tostar as torradas no ponto certo: ou se tem uma torradeira automática ou
se fica vigiando enquanto torra.

Mas então surgiu a torradeira transparente que
permite deste modo controlar com grande precisão a coloração dourada da torrada
nossa de cada dia.


E o que dizer de um parafuso que possui uma cabeça que
muda de cor conforme a tensão a que está sujeito. Desta forma, qualquer
afrouxamento que se possa tornar perigoso é assinalado pela cor
vermelha.


Mas legal mesmo são essas embalagens de leite que mudam
de cor quando o seu conteúdo se estraga. Ainda sobre embalagens inteligentes, já estão em testes diversos
outros projetos em que sensores colocados na embalagem identificam se o alimento
ainda está próprio para o consumo.


A expectativa é de que num futuro próximo este tipo de
dispositivo seja tão comum quanto o tão conhecido código de barras atual.



Afinal de contas chega de ficar tentando ler aquele arcaico
carimbo borrado do prazo de validade.





Via: UNCOVERING INVENTABLES

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