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terça-feira, 13 de novembro de 2007

Foto e video da Menina com 4 braços e 4 pernas


Após uma exaustiva cirurgia de 24 horas, cirurgiões indianos liderados pelo médico Sharan Patil tiveram êxito na operação de uma menina de dois anos que nasceu com quatro braços e quatro pernas.

A equipe de 30 cirurgiões da cidade de Bangalore removeram os membros extras e conseguiram preservar seus órgãos além de terem reconstituído a região pélvica da criança.

Por receio dos moradores da população local que é extremamente supersticiosa e já estarem considerando a menina uma reencarnação de uma deusa hindu, os pais da criança a mantinham escondida em sua casa numa área rural ao norte da índia. Houve inclusive propostas de comprá-la para exibi-la num circo.

A pequena Lakshmi nasceu unida pelo pélvis a uma "gêmea parasita" que parou de se desenvolver no útero da mãe. O feto sobrevivente absorveu os membros, rins e outros órgãos do feto subdesenvolvido. As chances de sobrevivência neste raro caso da medicina eram boas devido ao fato de que a menina não estava unida ao outro feto pelo coração ou cérebro.





Após uma noite inteira de esforços, neurologistas conseguiram separar as espinhas unidas, enquanto cirurgiões ortopedistas removiam a maior parte da "parasita", separando órgãos e estruturas que pertenciam a Lakshmi.

Mas as complicações foram ainda maiores. Os médicos além de reconstituir a parte inferior do tronco da menina, tiveram que transplantar um rim bom da gêmea em Lakshmi. Os médicos adiantam que mais adiante ela precisará de nova cirurgia para dar uma forma normal aos pés, permitindo que ela caminhe sem problemas.

Pessoas nascidas com deformidades no interior da Índia são muitas vezes vistas como reencarnações de divindades.


Lakshmi foi batizada com o nome da deusa hindu da boa sorte, cuja aparência é retratada com quatro braços.Segundo contou seu pai ela é tratada como uma deusa na vila.
Assista abaixo o vídeo sobre a cirurgia da menina:




Via: REPÓRTER DIÁRIO

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Aditivos no Refrigerante aumentam a Hiperatividade nas Crianças



Cientistas ingleses concluem que certos aditivos químicos encontrados em alimentos podem piorar o comportamento hiperativo em crianças na idade de 3 a nove anos.

Uma equipe da Universidade de Southampton afirmou esta semana que testes em mais de 300 crianças mostraram diferenças importantes em seus comportamentos ao ingerirem refrigerantes contendo corantes e conservantes artificiais.

"Estas descobertas mostram que esse efeito não afeta apenas crianças que já tenham um alto grau de hiperatividade, mas também pode ser percebido tanto em indivíduos com qualquer grau de hiperatividade quanto na população em geral" afirmaram os pesquisadores em seu estudo publicado pelo Lancet medical journal.

A equipe do Dr Jim Stevenson que tem estudado os efeitos causados nas crianças pelos aditivos usados pela indústria alimentícia, fez duas misturas para serem testadas em um grupo de crianças de 3 anos e num segundo grupo composto de crianças com idade de 8 a nove anos. Eles incluíram na pesquisa o conservante benzoato de sódio e alguns corantes. As misturas que os cientistas fizeram continha ingredientes comuns encontrados em refrigerantes disponíveis no mercado e consumidos regularmente por crianças britânicas. Na pesquisa também foram utilizadas misturas neutras (placebo).

As bebidas contendo aditivos químicos afetaram de forma mais significante as crianças mais velhas sendo que o grupo de crianças de três anos foram mais afetadas pelas misturas mais parecidas com as bebidas consumidas nesta idade.

Segundo os cientistas que realizaram a pesquisa, esse estudo deveriam ser considerados pelos órgãos responsáveis pela regulação e autorização de aditivos químicos utilizados na alimentação.

A equipe de Stevenson observou as crianças após tomarem as misturas fornecidas e constataram que elas tiveram reações variadas mas em geral foram afetadas aumentando o grau de hiperatividade ao ingerirem esses aditivos químicos. Foram observadas alterações de comportamento que incluem inquietação, baixo poder de concentração e dificuldade em manterem-se ocupadas apenas um brinquedo ou tarefa.

Diante dos resultados desta pesquisa, Sue Kedgley, ativista do grupo neo-zelandês Green MP, que defende uma alimentação mais sadia, afirmou que "Nós temos milhares de crianças na Nova Zelândia que estão sendo medicadas com drogas potentes como o Ritalin quando seus comportamentos poderiam estar sendo afetados pela ingestão desses coquetéis químicos".

Polêmica

A questão de que se os aditivos químicos dos alimentos afetam ou não o comportamento das crianças levanta controvérsias há décadas.

Até os anos 50, a coloração feita por fabricantes de alimentos era um processo simples conseguida basicamente através de recursos naturais. Por exemplo, quando queriam colorir uma bala de vermelho eles usavam beterraba; o verde era obtido com clorofila retirada de plantas e assim por diante. Entretanto a indústria química crescia rapidamente e na sua tentativa de aumentar suas vendas eles viram a indústria alimentícia como um execelente cliente em potencial.

Entre as vantagens oferecidas pelas fabricantes de corantes e conservantes artificiais estava o baixo custo e o significativo aumento no prazo que os alimentos levariam para estragar nas prateleiras.

A preocupação das autoridades em relação a segurança dos alimentos era mínima, sem levar em consideração o impacto que determinadas substâncias poderiam ter no comportamento humano. Mesmo hoje em dia, organismos internacionais como a FDA e EPA não exigem testes detalhados que possam mostrar efeitos sutis nos processos neurológicos.

A medida que o mundo começou a se conscientizar que fatores ambientais durante as primeiras fases da vida poderiam ter profundas e duradouras consequências no desenvolvimento do indivíduo, reconheceu-se também que ingredientes aparentemente inofensivos como os aromatizantes e corantes artificiais usados para realçar a cor e aparência dos alimentos poderiam ter sérias consequências com o uso prolongado.

Foi assim que o famoso corante C2 (FD & C Red No. 2) foi proibido para utilização em alimentos devido a comprovação de que produzia câncer em animais. Contudo os esforços se concentravam em demonstrar o potencial carcinogênico sendo poucos os estudos que abordassem a mudanças comportamentais dos indivíduos que ingeriam essas substâncias.

Isso chega a ser surpreendente uma vez que as principais controvérsias envolvendo aromatizantes e corantes artificiais dizem respeito a mudanças na capacidade de aprendizado e comportamento das crianças.

Vários pesquisadores incluindo Feingold e outros, sugeriam que crianças mostraram melhoras substanciais quanto ao déficit de atenção e comportamento hiperativo quando removeram estas substãncias de sua dieta. Entretanto, pesquisas posteriores de outros cientistas tentaram comprovar essas afirmações não tiveram resultados consistentes. Mas esses projetos foram criticados mais tarde pelo fato de terem considerado a remoção de apenas um item artificial da dieta das crianças, quando na verdade há todo um conjunto de substâncias a que são submetidas em sua alimentação diária.


Em pesquisas posteriores, onde foram retiradas das dietas infantis várias substâncias, especialmente as derivadas de petróleo, e os resultados que indicaram uma forte conexão entre a dieta e problemas de comportamento.

Estudos envolvendo aromatizantes e corantes artificiais realizados pelo Dr. Levitan concluíram que corantes do tipo xantato alteram características fisiológicas dos neurônios de invertebrados e que sua atividade biológica está altamente relacionada com a solubilidade do aditivo nas gorduras.

Além disso esses compostos, ainda que de forma reversível, inibiam a fertilização em testes com animais (Carroll, E. J., Journal of Cell Biology, 90: 96a, 1976) e também exerciam influência na transmissão de informações dos neurônios em rãs (Augustine, G. J., Neuroscience Abstracts, 2:708, 1976).

A pesquisa do Dr. Feingold já em 1970 afirmava que haveria melhorias de 20-50% no comportamento de crianças caso fossem removidas essas substâncias de suas dietas. Outros estudos recentes vêm trazendo conclusões que convergem nesse sentido. Os pesquisadores Mattes e Gittelman-Klein, realizaram um estudo com um garoto de 10 anos que segundo seus pais teve substancial melhoria em sua hiperatividade simplesmente removendo alimentos que continham esses aditivos artificiais. Seus resultados falharam em sustentar que os corantes artificiais influenciavam sintomas hiperativos. Entretanto, alguns aspectos do comportamento da criança como a irritabilidade claramente pioraram depois que foram reintroduzidos os alimentos em sua dieta. Os autores concluíram que em a ingestão desses aditivos pode afetar crianças portadoras de hipratividade do tipo ADD (Distúrbio do Déficit de Atenção) .

O site G1 informa que "O conservante benzoato de sódio (E211) é utilizado em refrigerantes como Pepsi Max, Fanta e Sprite, e os corantes artificiais E110, E102, E122, E124, E129 e E104, presentes em muitas balas e doces consumidos diariamente pelas crianças britânicas. O E110, por exemplo, é utilizado no salgadinho Doritos e o E122 na Fanta"

Referências:

http://www.canada.com/

http://www.chem-tox.com/

http://www.g1.com/

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Vídeo do Bebê brincando com uma Cobra Naja

Este vídeo mostra uma criança provavelmente com menos de 1 ano brincando com uma cobra naja (ou seria cobra rei?) enquanto algumas pessoas assistem e se divertem.

Parece ser parte de uma espécie de ritual de 'iniciação', na índia e a cobra estaria com a boca costurada e sem as presas.


quarta-feira, 4 de julho de 2007

Meninos tocando cover do Iron Maiden (The Tropper vídeo)




Ok, você já viu este post no meu outro blog Galera-Rock, mas a questão é que ainda sigo migrando meus posts do UOL prá cá. Não sei se tem alguma forma mais prática de fazer isso, então eu vou indo aos poucos copiando um post hoje, outro amanhã. Decidi:

Vou unificar os dois blogs e passar a publicar aqui as histórias da nossa turma roqueira.

Enquanto eu sigo sem tempo prá escrever novas histórias da nossa
galera, deixo aqui esse vídeo hilário dessa gurizada detonando um The Trooper do
Iron Maiden.


A performance da moçada é promissora. Pela semelhança entre as
figurinhas parecem até irmãos. E o que é essa menininha fazendo mímica de vocalista...


É isso aí, rock and roll na veia desde pequeno...


terça-feira, 26 de junho de 2007

Transformando Desenho de Criança em Obra de A



Muito legal as transformações feitas por Dave Devries no Site The Monster Engine.
Combinando tecnologia com sensibilidade, Dave Devries adapta desenhos infantis dando-lhes texturas e profundidade sem perder a essência do imaginário infantil.
O resultado são obras que remetem a um mundo fantástico povoado por monstros e heróis.

Vale a pena conferir Aqui

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Relembrando a História do bebê Samuel Armas que segurou a mão do médico antes de nascer



Passados 7 anos a história do bebê que segura a mão do médico ao ser submetido a uma cirurgia dentro do útero da mãe ainda comove pessoas no mundo todo.
Esta apresentação circulou o mundo há algum tempo e chegou haver rumores de que seria uma montagem e apenas mais um daqueles boatos que infestam nossas caixas postais. A foto é verdadeira e sua história é contada na íntegra pelo próprio fotógrafo americano Michael Clancy em seu site http://www.michaelclancy.com/
Além da discussão em torno do aborto e o direito à vida que a foto provocou em todo o mundo, há também a polêmica sobre se a mesma foi ‘armada’ ou não.
Segundo Michael Clancy, em 1999 ele foi contratado pelo jornal USA Today para fotografar a complexa cirurgia na coluna de um bebê de 21 semanas na barriga da mãe. O procedimento seria realizado pelo Dr. Joseph P. Bruner no Vanderbilt University Medical Center.
Depois de uma tensa cirurgia no bebê Samuel Armas através de uma abertura no útero, a equipe toda respirou aliviada. Nenhum bebê com menos de 23 semanas havia sobrevivido a uma cirurgia dessas até então.
Enquanto Clancy conversava com o médico ele notou que uma das mãos do bebê saiu de dentro do útero da mãe deixando todo braço à mostra. Depois recuou deixando de fora apenas a mão. O médico agarrou a mãozinha e o bebê apertou seu dedo. Como um teste de força o doutor sacudiu levemente a mão do bebê.
Uma das enfermeiras chegou a dizer:"Eles sempre fazem isso".
A partir daí ele explica que uma pessoa do próprio hospital lhe teria dito que sua fotografia provavelmente não receberia nenhum prêmio porque já tinha sido feita pela revista Life no mesmo Hospital. Só que a foto da revista tinha sido montada para sair na capa de sua edição do milênio.
Alguns dias depois quando a secretária do médico lhe pediu as fotos para uma demonstração, Michael Clancy cobrou 145 dólares, que o médico não aceitou.
Clancy então contacta a revista tentando vender suas fotos. Diante da recusa da Life, ele contratou um empresário que as divulgou em vários jornais e revistas no mundo todo. O resultado foi que a Life trocou sua capa usando a foto que tinha numa das páginas finais daquela edição.
A partir daí o próprio no Dr. Bruner, possivelmente inconformado por não estar mais na capa da Life do milênio, passou a dar entrevistas dizendo que a foto de Clancy havia sido ‘posada’. O médico declara que foi ele próprio quem colocou a mão do bebê em torno de seu dedo. Segundo Clancy, as declarações de Bruner encerraram sua carreira jornalística.
No site de Michael Clancy é possível ver inclusive uma animação feita com a seqüência de fotos e que é bastante convincente , parecendo que o bebê segura por si só o dedo do médico.Há também um link para fotos recentes do menino.



Referências: PORTAL DA FAMILIA, MICHAEL CLANCY

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